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Lendo: Paty Blond, sedutora do Teste de Fidelidade, enfrenta desconfiança dos homens após se tornar famosa nas redes sociais
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Paty Blond, sedutora do Teste de Fidelidade, enfrenta desconfiança dos homens após se tornar famosa nas redes sociais

Last updated: 2023/05/05 at 7:26 PM
Rede Povo Published 5 de maio de 2023
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Arisha Lunna lança segundo single autoral “Faço a mente do Vilão”
<!-- wp:paragraph --> <p><a href="https://celebs.com.br/36753/arisha-lunna-encanta-em-sessao-de-fotos-no-estilo-baywatch/">Arisha Lunna</a>, a DJ que voltou a brilhar com seu primeiro single de sucesso, "<a href="https://celebs.com.br/33038/dj-arisha-lunna-lanca-seu-primeiro-single-essa-mina-e-um-absurdo/">Essa Mina é um Absurdo</a>" apresenta sua mais recente criação musical: "<strong>Faço a Mente do Vilão</strong>". Em apenas alguns dias desde o lançamento, a faixa já está causando um grande impacto e conquistando fãs ao redor do mundo.</p> <!-- /wp:paragraph --> <!-- wp:paragraph --> <p>Arisha Lunna se destaca como uma das artistas mais promissoras no cenário da música, um status conquistado após o sucesso de seu primeiro single. Sua jornada até aqui tem sido impressionante, e seu segundo single é uma prova adicional de sua evolução como artista.</p> <!-- /wp:paragraph --> <!-- wp:heading --> <h2 class="wp-block-heading" id="h-explorando-faco-a-mente-do-vilao">Explorando "Faço a Mente do Vilão"</h2> <!-- /wp:heading --> <!-- wp:paragraph --> <p>"Faço a Mente do Vilão" é uma faixa que combina elementos cativantes, criando uma experiência musical única. Com uma batida pulsante, melodias envolventes e uma produção impecável, a música mergulha em um estilo que hipnotiza os ouvintes com sua atmosfera singular. A faixa proporciona uma experiência auditiva que merece ser apreciada com o volume no máximo.</p> <!-- /wp:paragraph --> <!-- wp:html --> <iframe style="border-radius:12px" src="https://open.spotify.com/embed/artist/5lHvairR05xqSBZ1lNxlZb?utm_source=generator" width="100%" height="352" frameBorder="0" allowfullscreen="" allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture" loading="lazy"></iframe> <!-- /wp:html --> <!-- wp:paragraph --> <p>A música já está chamando a atenção nas paradas musicais e vem conquistando destaque em várias plataformas. O público está respondendo de forma entusiasmada à nova música, e é evidente que a DJ está consolidando sua posição. "Faço a Mente do Vilão" está recebendo elogios por sua inovação e originalidade, o que comprova o comprometimento de Arisha Lunna em elevar sua música a novos patamares.</p> <!-- /wp:paragraph -->
Conselhos tutelares: mais de 2 milhões foram às urnas no país
Pleito para municípios que não participaram será no dia 29 de outubro <style> bloco.meta {font-style: italic; color: #666;font-weight: 600;font-size: .8em; /* line-height: .3em; */} text h2 { font-weight: 700 !important; color: #062f46 !important;} text img { width: none; left: none;}</style><p> </p><p>Pelo menos 2,3 milhões de brasileiros votaram na eleição para conselheiros tutelares realizada no início do mês em todo o país, sendo 1,7 milhão somente nas capitais. O balanço foi divulgado nesta quarta-feira (18) pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania.<aimg src="https://aagenciabrasil.ebc.com.br/ebc.apng?id=1561523 o=node" style="width:1px; height:1px; display:inline;"></aimg><aimg src="https://aagenciabrasil.ebc.com.br/ebc.agif?id=1561523 o=node" style="width:1px; height:1px; display:inline;"></aimg></p> <p>Dados enviados pelos municípios mostram que compareceram aos locais de votação das capitais 1.744.042 eleitores, neste ano, um aumento de 34,7% em relação ao último pleito. (471.777 eleitores). Em 2019, 1.316.342 pessoas votaram para escolha dos conselheiros tutelares.</p> <p>Outras grandes cidades brasileiras com importante participação foram Guarulhos (SP), que somou 118.015 votantes, o que representa 12,55% do eleitorado; Contagem (MG), onde votaram 25.498 pessoas, o que representa 5,61% dos eleitores; e Jaboatão dos Guararapes (PE), onde 46.718 pessoas votaram no pleito, o que correspondeu a 9,7% dos eleitores aptos da cidade.</p> <p>De acordo com o balanço, a soma de votos de 24 dos maiores municípios do país – com exceção das capitais – alcançou a marca dos 541 mil votos.</p> <h2>Temporais e estiagem</h2> <p>No Rio Grande do Sul, algumas localidades tiveram as eleições adiadas por conta das fortes chuvas registradas no estado e que dificultaram a realização do pleito. Já na região amazônica, alguns municípios tiveram pouca participação devido à seca dos rios – importante via de transporte para chegar às sedes de municípios. Em Natal, o Ministério Público recomendou adiar o pleito em virtude de equívoco na distribuição das urnas eletrônicas.</p> <h2>Sem eleição</h2> <p>Seis cidades não registraram eleições diretas para a escolha de representantes dos conselhos tutelares: Uberlândia (MG), Cascalho Rico (MG), Grupiara (MG), Liberdade (MG), Rio Largo (AL) e Santana do Ipanema (AL). O ministério informou que, no último dia 6, encaminhou ofícios aos chefes do Ministério Público dos estados de Minas Gerais e de Alagoas solicitando providências.</p> <h2>Nova data</h2> <p>O Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda) recomendou a todos os municípios brasileiros que não tenham participado da fase de votação, no dia 1º de outubro, que agendem o pleito para o dia 29 de outubro, também de forma unificada, conforme prevê o Estatuto da Criança e Adolescente (ECA), com a antecedência necessária para que a posse dos conselheiros tutelares ocorra em 10 de janeiro de 2024.</p> <p class="alt-font font-italic my-2 small text-info"> Edição: Maria Claudia </p> <!-- blog End --> <!-- tag and share --> <p><br> Fonte: EBC </p>
Itamaraty lamenta veto dos EUA à resolução negociada pelo Brasil
Proposta condenava os atos do Hamas contra Israel em 7 de outubro <style> bloco.meta {font-style: italic; color: #666;font-weight: 600;font-size: .8em; /* line-height: .3em; */} text h2 { font-weight: 700 !important; color: #062f46 !important;} text img { width: none; left: none;}</style><p> </p><p>O Ministério das Relações Exteriores (MRE) lamentou nesta quarta-feira (18) o veto do governo dos Estados Unidos (EUA) contra a resolução negociada pelo Brasil no Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU). Devido ao veto, a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2023-10/conselho-de-seguranca-da-onu-rejeita-proposta-do-brasil-sobre-conflito" target="_blank">proposta não foi aprovada</a>.<aimg src="https://aagenciabrasil.ebc.com.br/ebc.apng?id=1561548 o=node" style="width:1px; height:1px; display:inline;"></aimg><aimg src="https://aagenciabrasil.ebc.com.br/ebc.agif?id=1561548 o=node" style="width:1px; height:1px; display:inline;"></aimg></p> <p>“O governo brasileiro lamenta que, mais uma vez, o uso do veto tenha impedido o principal órgão para a manutenção da paz e da segurança internacional de agir diante da catastrófica crise humanitária provocada pela mais <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/conflito-no-oriente-medio" target="_blank">recente escalada de violência em Israel e em Gaza</a>. O Brasil considera urgente que a comunidade internacional estabeleça um cessar-fogo e retome o processo de paz”, disse em nota o Itamaraty.</p> <p>O ministério destacou ainda que o Brasil tentou reduzir a polarização em torno da guerra no Oriente Médio ao “acomodar posições e interesses divergentes e apresentar texto capaz de proteger as vidas de civis e de assegurar o acesso humanitário à população civil da Faixa de Gaza”.</p> <p>A proposta condenava os atos do Hamas contra Israel em 7 de outubro como sendo atos terroristas, apelava para libertação imediata e incondicional de todos os reféns civis e pedia uma pausa no conflito para a entrada de ajuda humanitária na Faixa de Gaza.</p> <p>A resolução exigia ainda “o fornecimento contínuo de bens essenciais para a população civil, como artigos médicos, água e alimentos; e pede a rescisão da ordem para que civis e funcionários das Nações Unidas evacuem toda a área em Gaza ao norte de Wadi Gaza”.</p> <p>A proposta teve 12 dos 15 votos do Conselho de Segurança. Porém, como recebeu o veto dos Estados Unidos – membro permanente do Conselho – não pode ser aprovada. A Rússia, outro membro com direito a veto, se absteve de votar.</p> <h2>Divisão de opiniões</h2> <p>Em Brasília, nesta quarta-feira, o chanceler Mauro Vieira explicou que o Brasil, na condição de presidente do Conselho de Segurança, foi demandado pela maioria dos membros do órgão a redigir uma proposta que acomodasse as diferentes visões sobre a guerra. “Infelizmente, não foi possível aprovar. Ficou clara uma divisão de opiniões”, relatou.</p> <p>Vieira acrescentou que a diplomacia brasileira fez “todo o esforço possível para que cessassem as hostilidades, que parassem os sacrifícios humanos e que pudéssemos dar algum tipo de assistência às populações locais e aos brasileiros. A nossa preocupação foi sempre humanitária neste momento. Enfim, cada país terá tido sua inspiração própria”.</p> <h2>Estados Unidos</h2> <p>Após a votação, a embaixadora dos Estados Unidos na ONU, Linda Thomas-Greenfield, lembrou que o presidente norte-americano, Joe Biden, foi ao Oriente Médio e que, por isso, “apesar de reconhecermos o desejo do governo brasileiro de aprovar a proposta, acreditamos que precisamos deixar essa diplomacia acontecer”.</p> <p>Linda destacou que os Estados Unidos ficaram desapontados porque a resolução não menciona o direito de Israel de autodefesa. “Como qualquer outro país do mundo, Israel tem o direito de se autodefender”, disse a diplomata.</p> <p>Na segunda-feira (16), o <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2023-10/conselho-de-seguranca-da-onu-rejeita-proposta-da-russia-sobre-guerra" target="_blank">conselho rejeitou a proposta de resolução da Rússia</a> sobre o conflito. Os russos pediam um cessar-fogo imediato, a abertura de corredores humanitários e a liberação de reféns com segurança, mas não condenava diretamente o Hamas pelos atos de violência cometidos contra Israel. Essa proposta teve cinco votos favoráveis, quatro contrários e seis abstenções.</p> <h2>Conselho de Segurança</h2> <p>O Conselho de Segurança da ONU tem cinco membros permanentes, a China, França, Rússia, Reino Unido e os Estados Unidos. Fazem parte do conselho rotativo a Albânia, Brasil, Equador, Gabão, Gana, Japão, Malta, Moçambique, Suíça e Emirados Árabes. Para que uma resolução seja aprovada, é preciso o apoio de nove do total de 15 membros, sendo que nenhum dos membros permanentes pode vetar o texto.</p> <p class="alt-font font-italic my-2 small text-info"> Edição: Fernando Fraga </p> <!-- blog End --> <!-- tag and share --> <p><br> Fonte: EBC </p>
CNJ afasta desembargador que mandou soltar líder de facção na Bahia
CNJ apura se magistrado beneficiou criminoso por prisão domiciliar <style> bloco.meta {font-style: italic; color: #666;font-weight: 600;font-size: .8em; /* line-height: .3em; */} text h2 { font-weight: 700 !important; color: #062f46 !important;} text img { width: none; left: none;}</style><p> </p><p>O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determinou o afastamento do desembargador Luiz Fernando Lima, do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA). A medida foi tomada ontem (17) pelo plenário do órgão após o magistrado determinar a soltura do detento Ednaldo Freire Ferreira, conhecido como Dadá, líder de uma das facções criminosas que atuam no estado. <aimg src="https://aagenciabrasil.ebc.com.br/ebc.apng?id=1561551 o=node" style="width:1px; height:1px; display:inline;"></aimg><aimg src="https://aagenciabrasil.ebc.com.br/ebc.agif?id=1561551 o=node" style="width:1px; height:1px; display:inline;"></aimg></p> <p>O CNJ apura se o desembargador beneficiou o criminoso com uma decisão que autorizou o cumprimento de prisão domiciliar. O acusado estava em um presídio de segurança máxima, onde cumpria pena de 15 anos de prisão. Atualmente, ele é considerado foragido.</p> <p>Segundo o corregedor-nacional de Justiça, ministro Luís Felipe Salomão, a decisão do magistrado gerou graves danos à segurança pública.</p> <p>"A decisão teve intuito de beneficiar, injustificadamente, o acusado no caso concreto, com graves danos à segurança pública", afirmou o ministro.</p> <p>A <strong>Agência Brasi</strong>l entrou em contato com o TJBA e aguarda retorno.</p> <h2>Violência</h2> <p>Desde o mês passado, Bahia vive uma onda de violência. Cerca de 60 pessoas morreram em confrontos entre traficantes e a polícia.</p> <p>O Ministério da Justiça e Segurança Pública anunciou pacote de R$ 109 milhões em ações para o combate ao crime organizado e conter a violência no estado.</p> <p>Os recursos serão usados para instalação de novas unidades da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal no estado, compra de viaturas e programas de segurança em escolas, de combate às drogas, atendimento de jovens e mulheres vítimas de violência.</p> <p class="alt-font font-italic my-2 small text-info"> Edição: Maria Claudia </p> <!-- blog End --> <!-- tag and share --> <p><br> Fonte: EBC </p>
Conselho de Ética arquiva ação contra Glauber Braga e Ricardo Salles
Relatores dizem que acusações não procedem <style> bloco.meta {font-style: italic; color: #666;font-weight: 600;font-size: .8em; /* line-height: .3em; */} text h2 { font-weight: 700 !important; color: #062f46 !important;} text img { width: none; left: none;}</style><p> </p><p>O Conselho de Ética da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (18) o arquivamento da representação contra o deputado Glauber Braga (PSOL-RJ) por quebra de decoro parlamentar. Foram 11 votos favoráveis à rejeição do processo e um contra. Na mesma reunião, o colegiado também aprovou o arquivamento de representação conta Ricardo Salles (PL-SP), por 10 votos a favor e três contra. As decisões têm caráter terminativo, salvo se houver recurso ao plenário da Casa assinado por um décimo dos deputados.<aimg src="https://aagenciabrasil.ebc.com.br/ebc.apng?id=1561550 o=node" style="width:1px; height:1px; display:inline;"></aimg><aimg src="https://aagenciabrasil.ebc.com.br/ebc.agif?id=1561550 o=node" style="width:1px; height:1px; display:inline;"></aimg></p> <p>O processo contra Braga, apresentado pelo PL, foi originado após um episódio envolvendo o deputado e Eduardo Bolsonaro (PL-SP), durante uma reunião da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional, em maio, na qual houve bate boca entre os dois parlamentares.</p> <p>Para o PL, Braga ofendeu Eduardo Bolsonaro ao questionar sobre o episódio de <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/joias-1" target="_blank">desvio e venda de presentes</a> de autoridades estrangeiras ao Estado brasileiro e que teriam sido apropriados pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. “Fica quietinho que agora eu estou falando. Você já falou bastante. Fica quietinho agora, fica calmo, fica quietinho. Você já devolveu todos os colares? Você já devolveu todos os colares?”, disse o deputado do PSOL durante a reunião.</p> <p>“Não é aceitável que em meio aos trabalhos de uma Comissão desta Casa, um parlamentar inicie demasiados ataques desordeiros, com a única intenção de atrapalhar os debates e proferir ofensas para macular a honra de um representante do povo brasileiro”, diz a representação.</p> <p>O partido de Eduardo Bolsonaro acusou o parlamentar de injúria e pediu a pena de cassação do mandato. Mas o relator do processo, deputado Albuquerque (Republicanos-RR), não acolheu o pedido e disse que o episódio não configurou quebra de decoro parlamentar.</p> <p>“Nota-se que o representado não extrapolou as prerrogativas inerentes ao mandato, tendo em vista que utilizou a palavra para manifestar-se politicamente, sem palavrões, consoante lhe autoriza o ofício parlamentar”, disse em voto.</p> <h2>CPI do MST</h2> <p>Já o processo contra Salles foi apresentado pelo PSOL, que acusou o deputado de fazer ataques contra a deputada Sâmia Bomfim (PSOL-SP) durante a Comissão Parlamentar de Inquérito sobre o Movimento das Trabalhadoras e Trabalhadores sem Terra (MST). O PSOL argumentou que Salles, na posição de relator dos trabalhos, utilizou o colegiado para intimidar a deputada, utilizando para tanto de violência política de gênero. </p> <p>Durante reunião da CPI, após uma discussão entre Sâmia e o deputado General Girão (PL-CE), Salles pediu para a secretaria da mesa destacar as falas da deputada para entrar com uma representação junto ao Conselho de Ética. Na representação, o PSOL considerou as atitudes de Salles como passíveis de perda de mandato. Pelo regimento da Câmara, só partidos políticos representados no Congresso Nacional e a Mesa Diretora da Casa podem representar deputados junto ao Conselho.</p> <p>"Todas as vezes que a deputada ela quer se vitimizar aqui na comissão, dizendo que é interrompida. E, na verdade, quem interrompe os parlamentares é a deputada. Eu queria solicitar à Secretaria da Mesa que destacasse os trechos das notas taquigráficas e a interrupção evidente da deputada sobre o General Girão para que os membros desta comissão, em conjunto, entrem com representação contra a atitude dessa deputada", diz Salles em um momento. "Quero pedir à mesa extração da fala da deputada para representação à Comissão de Ética", repete Salles em outro momento.</p> <p>O relator, Gabriel Mota (Republicanos-RR) votou pelo arquivamento por não considerar que houve a conduta descrita na representação. “Concluo que a conduta descrita não configura afronta ao decoro parlamentar, trata-se de verdadeiro fato atípico”, disse em seu voto.</p> <p>Nesta quarta-feira, também estava na pauta do conselho a votação de outros seis pareceres contra os deputados Célia Xakriabá (PSOL-MG), Abilio Brunini (PL-MG), André Fernandes (PL-CE), Tenente Coronel Zucco (Republicanos-RS) e Sâmia Bomfim (PSol-SP), mas os processos foram retirados de pauta devido a ausência dos respectivos relatores.</p> <p class="alt-font font-italic my-2 small text-info"> Edição: Aline Leal </p> <!-- blog End --> <!-- tag and share --> <p><br> Fonte: EBC </p>
Parlamentares avaliam relatório apresentado na CPMI do 8 de janeiro
Votação está prevista para esta tarde <style> bloco.meta {font-style: italic; color: #666;font-weight: 600;font-size: .8em; /* line-height: .3em; */} text h2 { font-weight: 700 !important; color: #062f46 !important;} text img { width: none; left: none;}</style><p> </p><p>A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPMI) que investiga os atos golpistas do 8 de janeiro votará, na tarde desta quarta-feira (18) o relatório apresentado ontem pela senadora Eliziane Gama (PSD-MA). A parte da manhã foi dedicada a ouvir as manifestações dos parlamentares sobre o documento que pediu o indiciamento, por tentativa de golpe de Estado, do ex-presidente <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2023-10/relatora-pede-indiciamento-de-bolsonaro-e-outros-60-golpistas" target="_blank">Jair Messias Bolsonaro e mais 60 pessoas</a> – dos quais 8 são generais das Forças Armadas.<aimg src="https://aagenciabrasil.ebc.com.br/ebc.apng?id=1561549 o=node" style="width:1px; height:1px; display:inline;"></aimg><aimg src="https://aagenciabrasil.ebc.com.br/ebc.agif?id=1561549 o=node" style="width:1px; height:1px; display:inline;"></aimg></p> <p>O relatório diz que o 8 de janeiro foi uma tentativa de golpe e que, por trás dela havia “um nome em evidência: o nome é Jair Messias Bolsonaro”, afirmou a relatora. “A democracia foi atacada. Massas foram manipuladas com discursos de ódio. Milicianos digitais foram empregados para disseminar o medo, desqualificar adversários e promover ataques ao sistema eleitoral. Forças de seguranças foram cooptadas. Tentou-se corromper, obstruir e anular as eleições. E usam a liberdade de expressão para afogar a expressão”, defendeu Eliziane Gama, durante a leitura do documento.</p> <p>A relatora acrescentou que “Bolsonaro nunca nutriu simpatia por princípios republicanos e democráticos”, e que “desde o primeiro dia de seu governo, ele atentou contra as instituições estatais, principalmente aquelas que significavam, de alguma forma, obstáculo a seu plano de poder”.</p> <p>Entre as críticas apresentadas pela oposição, que apresentou votos em separado por meio de dois relatórios alternativos, está o fato de não ter sido pedido o indiciamento, por omissão, do ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI, general Gonçalves Dias, do ministro da Justiça, Flávio Dino; do ex-diretor adjunto da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Saulo Moura; e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</p> <p>Em sua fala, a deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) criticou a atuação da oposição, que adotou discursos do passado de uma falsa ameaça comunista como argumento para atacar grupos divergentes e promover a tentativa de golpe, a exemplo de outros momentos históricos. "Com este relatório, a democracia vence, sem dar anistia aos golpistas", disse a deputada.</p> <h2>Militares</h2> <p>O senador Rogério Carvalho (PT-SE) disse que o pedido de indiciamento dos militares é mais uma prova dos problemas históricos vividos pelo Brasil, nos momentos em que militares se envolveram com política. “Há uma sanha militar sobre a sociedade brasileira, e de perseguição à democracia. Precisamos lembrar que todos os governos do Brasil estiveram debaixo da força dos militares. Getúlio Vargas foi presidente pela força dos militares. Para sobreviver como presidente civil teve de fazer uma aliança com militares. Juscelino Kubitschek esteve subordinado e submetido à tensão feita pelos militares”, relembrou.</p> <p>“E o Brasil sofreu um golpe militar em 1964, que foi se encerrar em 1985 também pelos militares. Eles então voltam em 2018 com a mesma sanha de querer dominar e mandar no povo e na sociedade brasileira, e definir os rumos do Brasil como os iluminados. Como os iluministas ou os iluminates brasileiros. Como se fossem portadores da verdade, e como se deles brotasse a sociedade que acham ser a correta, dispensando perspectivas de pluralidade, diversidade, e discriminando todos aqueles que não estejam dentro do seu quadrado ou da sua maneira de ver o mundo”, complementou.</p> <h2>Hacker</h2> <p>A deputada Carla Zambelli (PL-SP) reclamou por a CPMI não a ter convocado para se defender da acusação de ter contratado um <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-08/hacker-apresenta-pf-audio-de-conversa-com-assessora-de-zambelli" target="_blank">hacker</a> para levantar suspeitas contra a urna eletrônica. “Uma série de injustiças foram cometidas sem a apresentação de uma prova. Vindo de vocês, isso é mais uma medalha que carrego no peito”, disse a deputada. Ela confirmou ter participado da reunião com o hacker no Palácio do Planalto, mas disse que o teor da conversa foi outro.</p> <p>Na sequência, o deputado Rubens Pereira Júnior (PT-MA) disse que a CPMI “deu luz para a ação do hacker de Araraquara”, e que isso foi confirmado hoje pela deputada Zambelli. “O que mais condenamos é isso porque o teor da reunião era hackear a urna eletrônica, porque sabiam que iam perder a eleição”.</p> <p>Ele classificou como “delirantes” as narrativas apresentadas por simpatizantes do golpe, e que felizmente todas foram derrubadas durante a investigação. “A mais absurda de todas foi a que dizia que Lula e Flávio Dino queriam o golpe, porque se beneficiariam politicamente. É tão estapafúrdio, que só acredita nisso quem acha que a Terra é plana ou que a vacina transformaria as pessoas em jacaré”.</p> <p>Ele acrescentou que os votos em separado, apresentados pelos chamados relatórios paralelos, “passa pano para o cara da bomba lá do aeroporto de Brasília”, uma vez que não cita o caso, apesar de o acusado ter dito que seu objetivo era criar um caos social para impedir a posse do presidente Lula. “O voto em separado, inclusive, pede o indiciamento do presidente Lula, que é vítima do processo”.</p> <p>O deputado Pastor Henrique Cieira (PSOL-RJ) citou o chamado gabinete do ódio como um dos catalisadores da tentativa de golpe. “O bolsonarismo faz do ódio uma prática política, e da prática política uma mobilização permanente do ódio. A violência não é uma anomalia para o bolsonarismo. É a consequência esperada de sua lógica. Por isso, o gabinete do ódio precisa ser indiciado. E, no meio disso tudo, um carro-bomba quase explodiu no aeroporto de Brasil”, argumentou.</p> <p>Para o senador Fabiano Contarato (PT-ES), o trabalho da CPMI só estará efetivamente finalizado quando todos os golpistas forem condenados e pagarem pelo ataque que foi feito à democracia. “O indiciado Jair Messias Bolsonaro, que ficou 4 anos vilipendiando a Constituição Federal, participando de movimentos anti-democráticos para fechar o STF; participando de movimentos para fechar o Congresso Nacional; atacando a OAB, a imprensa; ovacionando torturador e negando a ditadura. Eles não sabem viver a democracia”.</p> <h2>Evidências</h2> <p>O senador Sérgio Moro (Novo-SC) disse que não existem “evidências concretas” de que o 8 de janeiro teria sido de fato uma tentativa de golpe. Ele criticou o pedido da relatora pelo indiciamento de militares.</p> <p>“Há indiciamento de 8 generais no relatório. Mas sabemos que não houve movimentação dos militares em favor de um golpe. A Forças Armadas merecem respeito. Para propormos indiciamento de generais, precisamos ter evidências concretas. Houve movimento concreto desses militares na direção de um golpe de Estado? Não houve. A relatora se baseia na palavra de um estelionatário para sugerir o indiciamento do ex-ministro da Defesa, general Sérgio Nogueira”, disse o ex-ministro, ao criticar o fato de o documento não responsabilizar, por omissão integrantes do GSI.</p> <p>“Deixaram o cabeça de fora. Quem responde é o chefe. Adianto que votarei contra o relatório, e que acompanharei os relatórios apresentados pela oposição”, acrescentou.</p> <p>A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) disse que o hacker foi tratado como herói pelo relatório. “Ter o depoimento de um hacker como fundamento de um relatório, é algo que precisa ser mudado”. Segundo ela, a PM do DF não errou durante o 8 de janeiro porque trabalhou com dados do GSI. “A culpa é portanto do GSI. Se alguém tem culpa dos atos de 8 de janeiro, é o presidente Lula”.</p> <h2>Anistia</h2> <p>Já o deputado Rogério Correia (PT-MG) disse que o relatório “destrinchou o núcleo duro” dos golpistas. “Não pode haver anistia para eles”, disse, ao lembrar que, se condenado pelos crimes apontados pela relatora, Bolsonaro terá de cumprir uma pena de 29 anos.</p> <p>O ex-presidente Jair Bolsonaro foi acusado dos crimes de associação criminosa, violência política, abolição violenta do estado de direito e golpe de Estado.</p> <p>O deputado Rafael Brito (MDB-AL) também defendeu que não se dê qualquer anistia “àqueles que tramam contra nossa nação e contra o nosso povo. Não podemos e não vamos minimizar o teor criminoso desses atos. Cada uma dessas pessoas deve ser responsabilizada por suas ações e omissões criminosas. Havia e ainda há, em torno dos envolvidos, mais que sentimentos golpistas. Há atos concretos e puníveis”, disse.</p> <p>“Não é coincidência a presença de um roteiro de golpe no celular do mais importante ajudante de ordem [Mauro Cid] do ex-presidente, e de uma minuta golpista guardada na casa do ex-ministro da Justiça do antigo governo [Anderson Torres]. Inclusive uma minuta golpista que Torres diz ter recebido de alguém, mas que só contém três impressões digitais: a dele, a de seu advogado e a do policial federal que a encontrou em sua casa”, acrescentou.</p> <p>A Senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS) classificou como “robusto” o teor do relatório apresentado pela senadora Eliziane Gama.</p> <p>O deputado André Fernandes (PL-CE) reiterou as críticas da oposição por o relatório não citar uma suposta omissão de Lula e Dino, “que tinham o dever de resguardar os prédios públicos” e por não incluir Gonçalves Dias entre os indiciados</p> <p>Para o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), o relatório produzido pela relatoria será um “documento ao nosso tempo, sobre o que ocorreu” no <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/atos-antidemocraticos" target="_blank">8 de janeiro</a>.</p> <p>“Ao longo dos quatro anos do governo que antecedeu o do presidente Lula, teve método o processo de tentar corroer a democracia brasileira. O 8 de janeiro foi o ápice desse processo golpista. Não foi um raio de chuva em dia de sol. Foi resultado de um processo concatenado, do qual participaram, também, pessoas simples e comuns que compreenderam, sobretudo pelo discurso e narrativa que receberam, que aqueles símbolos [os palácios dos Três Poderes] da república e da democracia brasileira poderiam e deveriam, no dizer deles, ser destruídos”, disse o senador.</p> <p class="alt-font font-italic my-2 small text-info"> Edição: Aline Leal </p> <!-- blog End --> <!-- tag and share --> <p><br> Fonte: EBC </p>
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Paty Blond, a nova musa do Teste de Fidelidade da RedeTV!, está passando por uma situação complicada desde que anunciou sua participação no programa. A atriz está sendo reconhecida nas redes sociais e, por isso, tem despertado desconfiança nos homens, que acham que tudo pode ser uma armação.

De acordo com a própria Paty, em entrevista nos bastidores de um novo ensaio, ela está passando por um momento difícil na vida amorosa: “Perdi muitos seguidores, alguns bloquearam, outros nem respondem mais. Na verdade, eles acham que pode ser algum teste. Afinal de contas, a traição hoje começa na internet, no celular”, desabafou.

A situação está tão complicada que, só nas duas últimas semanas, Paty perdeu quase 10 mil seguidores. Além disso, ela recebe mensagens diárias no direct mencionando o programa: “A maioria escreve: aqui não João Kleber. Como se fosse alguma pegadinha ou coisa do tipo. Ficou difícil de ser levada a sério e de achar boy na internet também”, conta rindo.

Mesmo com toda a situação complicada, Paty conta que está curtindo muito sua participação no novo formato do Teste de Fidelidade. Segundo ela, o programa será bem diferente da atração dos anos 2000 e terá muitas surpresas e mistérios. “É uma produção gigante, digna de novela e série. Estou curtindo muito. Ali é tudo improviso, tudo na hora e isso é bem desafiador”, disse.

Enquanto o novo Teste de Fidelidade não estreia, Paty segue gravando para o programa e mostrando seu lado mais hot em suas plataformas adultas. A atriz é musa do OnlyFans e espera fazer seu primeiro milhão ainda neste ano: “Entrei na onda das famosas e não me arrependo, espero que eu faça o mesmo sucesso do Teste de Fidelidade”, revela.

Em resumo, a participação de Paty Blond no Teste de Fidelidade da RedeTV! está gerando muita desconfiança entre os homens, que acham que tudo pode ser uma armação. Apesar disso, a atriz está curtindo muito sua participação no programa e também faz sucesso em suas plataformas adultas. O novo formato do Teste de Fidelidade estreia em breve e promete muitas surpresas e mistérios para o público.

Fotos: Eduardo Graboski / Divulgação

Rede Povo 5 de maio de 2023
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