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Saúde

Dengue: saiba mais sobre o sorotipo 3, em circulação do Brasil

Last updated: 2025/01/13 at 12:05 AM
Rede Povo Published 13 de janeiro de 2025
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Dengue: saiba mais sobre o sorotipo 3, em circulação do Brasil
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Nas últimas semanas de 2024, estados como Amapá, São Paulo e Minas Gerais registraram um aumento da circulação do sorotipo 3 da dengue DENV3, segundo uma nota técnica divulgada pelo Ministério da Saúde. A pasta informou, ainda, que a proporção do DENV3 tem aumentado nas últimas semanas. O sorotipo não tem incidência relevante no Brasil desde 2008, e o que predomina no Brasil são os tipos 1 (73,4%) e 2 (25,9%).  

Índice
Sorotipo 3 da dengue Perigos DENV-3Arboviroses em 2025Prevenção

Sorotipo 3 da dengue 

A dengue possui 4 sorotipos diferentes, sendo: DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4. E a infecção por um sorotipo gera imunidade somente à variante, mas não impede uma nova infecção por um sorotipo diferente. 

Segundo o infectologista coordenador do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Anchieta, Henrique Lacerda, a diferença entre todos esses sorotipos basicamente é genética.

Ele explica que todos os tipos causam os mesmos tipos de sintomas, mas o diferencial é que o DENV-3 tem maior potencial para causar surtos e está relacionado aos casos mais graves da doença.

“Principalmente em quem já teve outros tipos de sorotipo da dengue em infecções prévias. Então, a segunda infecção, principalmente se for causada pelo sorotipo 3, pode ser pior. O sorotipo 3 em algumas regiões têm tido casos de surto e isso pode ser preocupante porque pessoas que nunca tiveram contato com esse sorotipo podem pegar a doença e ter sintomas mais graves”, afirma Henrique Lacerda.

O especialista explica que a circulação do DENV-3 no país é preocupante, tendo em vista que as pessoas não têm imunidade contra esse vírus.

“Consequentemente, as pessoas que já tiveram alguma dengue por um outro sorotipo, um ou dois, por exemplo, podem evoluir para formas mais graves por causa da resposta imunológica mais forte, mais exacerbada e isso pode levar a um aumento do número de casos e acabar sobrecarregando o serviço de saúde, com mais internações, pacientes mais graves e até óbito”, completa.

Perigos DENV-3

Segundo o infectologista Henrique Lacerda, o principal perigo de uma infecção por um sorotipo 3 da dengue é a possibilidade de evolução para formas mais graves da doença.

“Os pacientes podem apresentar desde desidratação até manifestações como sangramentos ou insuficiência hepática com necessidade até de transplante”, menciona.

Lacerda destaca, portanto, sinais de alerta que a população deve ficar atenta, como:

  • Dor abdominal;
  • vômitos que não cessam; 
  • tontura; 
  • sangramentos; 
  • confusão mental.

“Se esses sintomas acontecerem, é importante que os pacientes saibam que é necessário procurar um atendimento médico para que seja orientado devidamente e receber o tratamento correto”, afirma o infectologista.

Confira a porcentagem de circulação do sorotipo DENV3 em cada UF, segundo o MS: AP (31,8%), SP (28,7%), MG (18,2%), PR (9,3%), RR (4,8%), PA (4,2%), PE (0,8%), MS (0,55%), SC (0,3%), RJ (0,3%), AL (0,25%), MA (0,25%), AM (0,1%), BA (0,1%), GO (0,1%), TO (0,1%), MT (0,05%), PB (0,05%) e PI (0,05%). 

Arboviroses em 2025

Segundo a nota técnica divulgada pelo Ministério da Saúde, este ano o Brasil pode ter uma incidência elevada de casos de arboviroses acima do observado em 2024. As modelagens preditivas do MS apontam para uma elevação de incidência de casos de arboviroses em estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Tocantins, Mato Grosso do Sul e Paraná.

Arboviroses: previsões do MS apontam incidência elevada de casos em 6 UFs para 2025

Conforme o documento, a continuidade do fenômeno El Niño em 2025 pode intensificar a situação por conta do impacto no clima e nas condições favoráveis à proliferação do mosquito Aedes aegypti. O El Niño de 2023 foi um fator de alerta para o aumento de casos em 2024, e sua manutenção aponta para alerta de aumento também este ano.

Prevenção

  • Cuidar do quintal e não deixar pneus e recipientes que podem acumular água em áreas descobertas;
  • Não acumular água em lajes ou calhas;
  • Cobrir bem tonéis e caixas d’água;
  • Utilizar repelentes e roupas de mangas compridas, em especial, durante o dia;
  • Instalar telas em janelas e portas. 
     

Pixel Brasil 61

Rede Povo 13 de janeiro de 2025
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