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Lifestyle

Secagem de vasinhos sem supervisão médica pode causar danos graves, alerta SBACV

Last updated: 2025/08/14 at 3:13 PM
Fcasoto Published 25 de novembro de 2018
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Secagem de vasinhos sem supervisão médica pode causar danos graves, alerta SBACV
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Popular entre mulheres, escleroterapia precisa ser feita com segurança

A popular “secagem de vasinhos”, ou escleroterapia, tornou-se um dos procedimentos estéticos mais procurados nos últimos anos, especialmente entre mulheres que buscam melhorar o aspecto das pernas. No entanto, a Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV) emitiu um alerta preocupante: procedimentos realizados por profissionais não habilitados podem representar sérios riscos à saúde, incluindo complicações como trombose, embolia pulmonar, infecções e até gangrena.

Índice
Popular entre mulheres, escleroterapia precisa ser feita com segurançaComplicações sérias em ambientes não regulamentadosO papel do biomédico esteta na segurança do procedimentoOzonioterapia: uma moda perigosa e não reconhecidaO que pode acontecer em caso de erro

A advertência foi divulgada no último ano, após a SBACV lançar uma campanha nacional de conscientização sobre os perigos da escleroterapia sem acompanhamento médico adequado.

Complicações sérias em ambientes não regulamentados

É necessário lembrar que muitos pacientes vêm se submetendo a tratamentos com promessas rápidas e preços baixos, frequentemente realizados em clínicas de estética sem estrutura adequada ou supervisão médica. Isso ressalta que a escleroterapia feita por profissionais não habilitados pode trazer sérios riscos, tanto estéticos quanto funcionais. Mesmo realizada em consultório, trata-se de uma intervenção que exige avaliação e acompanhamento profissional especializado.

Esse procedimento envolve a injeção de substâncias esclerosantes em microvasos e, caso seja mal administrado ou aplicado em veias inadequadas, pode provocar necrose de tecido, manchas permanentes e até infecção generalizada.

O papel do biomédico esteta na segurança do procedimento

Em meio à polêmica, a então recém-formada biomédica esteta Dra. Roberta Bazzi defendeu o papel do biomédico como profissional essencial para garantir a segurança do paciente, desde que atuando dentro dos limites legais e técnicos da profissão.

“É fundamental que o paciente entenda que estética também é saúde. O biomédico esteta, com formação específica e registro, tem capacitação para realizar a escleroterapia quando devidamente treinado e em ambientes regulamentados. Trabalhar em conjunto com médicos angiologistas fortalece a segurança e amplia o acesso ao tratamento com qualidade”, afirmou a Dra. Bazzi.

Ela também destacou a importância da avaliação prévia e da personalização do tratamento, lembrando que há diferentes tipos de vasos e técnicas, e que cada paciente deve ser analisado individualmente. “A escleroterapia não pode ser tratada como um procedimento genérico. É necessário estudar o histórico vascular, realizar exames e seguir rigorosamente os protocolos”, explicou.

Ozonioterapia: uma moda perigosa e não reconhecida

A campanha da SBACV também criticou a crescente adoção de ozonioterapia para o tratamento de varizes, promovida em redes sociais como uma alternativa “natural”. A sociedade médica reforçou que a técnica não possui respaldo científico, não está incluída nas diretrizes clínicas reconhecidas e pode causar mais danos do que benefícios.

O Conselho Federal de Medicina (CFM) também já se manifestou contra a liberação da ozonioterapia para uso clínico, afirmando que não há comprovação de eficácia nem de segurança, especialmente quando aplicada fora de ambiente hospitalar.

A SBACV recomenda que os pacientes verifiquem sempre se o profissional que oferece a escleroterapia possui registro profissional e especialização reconhecida, como angiologia, cirurgia vascular ou biomedicina estética com habilitação específica.

Além disso, o procedimento deve ocorrer em clínicas autorizadas pela vigilância sanitária, que garantam estrutura de esterilização, uso de materiais descartáveis e monitoramento de intercorrências. Embora seja um procedimento estético, trata-se de um tratamento invasivo que envolve riscos reais. Por isso, o preço baixo nunca deve ser o fator decisivo na escolha; segurança e qualificação do profissional são indispensáveis.

O que pode acontecer em caso de erro

  • Trombose venosa profunda
  • Embolia pulmonar
  • Necrose de pele
  • Infecções locais e generalizadas
  • Manchas escuras irreversíveis
  • Reações alérgicas graves

Em casos extremos, o tratamento incorreto pode levar à amputação do membro afetado ou colocar a vida do paciente em risco.

Dra. Roberta Bazzi recomenda atenção redobrada na hora de escolher o local e o profissional para realizar a escleroterapia. Veja as orientações:

  • Procure profissionais habilitados – angiologistas, cirurgiões vasculares ou biomédicos estetas com registro e formação específica.
  • Exija avaliação prévia e exames – como o Doppler venoso.
  • Desconfie de promessas milagrosas ou preços muito abaixo do mercado.
  • Verifique se a clínica tem alvará da vigilância sanitária e segue normas de biossegurança.
  • Informe-se sobre o tipo de produto usado e o histórico da técnica aplicada.

A popularização da escleroterapia como solução estética para vasinhos trouxe avanços, conforto e autoestima a milhares de brasileiros. Porém, como alerta a SBACV, é fundamental que o tratamento seja levado a sério, como um procedimento médico que exige preparo técnico, estrutura adequada e respeito ao paciente.

“Quando a estética é feita com conhecimento, ética e segurança, ela transforma vidas de forma positiva. O problema não está no procedimento, mas em como e por quem ele é realizado.”, reforça a biomédica Dra. Roberta Bazzi.

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Fcasoto 25 de novembro de 2018
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