Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
Aceitar
Rede Povo de NotíciasRede Povo de Notícias
  • Mundo
    • Cotidiano
    • Educação
  • Entretenimento
    • Pessoas
    • Música
    • Música
    • Séries
    • Cinema
    • Cultura
    • Televisão
    • Gastronomia
    • Moda
    • Internet
    • Agenda
  • Esportes
  • Economia
  • Política
  • Saúde
  • Tecnologia
  • Artigos
Lendo: Estudo do CGEE aponta futuro no Brasil até 2040
Compartilhar
A|a
A|a
Rede Povo de NotíciasRede Povo de Notícias
  • Mundo
    • Cotidiano
  • Política
  • Saúde
  • Tecnologia
  • Esportes
  • Entretenimento
    • Agenda
    • Cinema
    • Cultura
    • Gastronomia
    • Internet
    • Moda
    • Música
    • Música
    • Pessoas
    • Séries
    • Televisão
  • Artigos
  • Economia
  • Educação
  • Fale conosco
  • Política de Privacidade
  • Expediente
Siga-nos
Economia

Estudo do CGEE aponta futuro no Brasil até 2040

Last updated: 2026/04/28 at 4:45 AM
Rede Povo Published 28 de abril de 2026
Compartilhar
Estudo do CGEE aponta futuro no Brasil até 2040
COMPARTILHAR

O Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) realizou, dia 22 de abril, workshop dedicado à atualização do estudo prospectivo sobre terras raras no Brasil, com horizonte até 2040. A abertura do encontro foi conduzida pelo diretor-presidente do CGEE, Anderson Gomes, com participação dos diretores Connie McManus e Geraldo Nunes, reforçando o papel da instituição como articuladora de conhecimento estratégico voltado à formulação de políticas públicas em ciência, tecnologia e inovação. A iniciativa reuniu pesquisadores, especialistas e representantes de instituições estratégicas para discutir os desafios e as oportunidades relacionados ao desenvolvimento dessas cadeias produtivas no Brasil.

O workshop contou ainda com a palestra do professor Silvio Meira, do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (Cesar) e da TDS Company, duas instituições mais relevantes do País em inovação e tecnologia, que abordou aspectos estratégicos a serem incorporados ao estudo. Também participaram o diretor do Departamento de Programas de Inovação (Depin) do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Osório Coelho Guimarães Neto, e equipe da pasta, além de Ronaldo Carmona, da Escola Superior de Guerra (ESG) e da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). O evento marca um novo ciclo de atualização de um tema que já mobiliza o CGEE há mais de uma década. Em 2013, a instituição publicou o estudo Usos e aplicações de terras raras no Brasil: 2012–2030, elaborado a partir de demanda do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). À época, o objetivo foi estruturar uma agenda estratégica para o desenvolvimento dessas cadeias produtivas, incluindo a construção de cenários globais, a definição de um roadmap nacional e a identificação de direcionadores para setores como ímãs permanentes, catalisadores, ligas metálicas e fósforos.

Mais de uma década depois, terras raras voltam à agenda pública diante da reconfiguração geopolítica e da transição energética global. As terras raras são insumos essenciais para tecnologias como turbinas eólicas, veículos elétricos, equipamentos médicos, sistemas de defesa e dispositivos eletrônicos avançados. Nesse contexto, o workshop buscou atualizar diagnósticos, revisar estratégias e apontar caminhos para o fortalecimento da autonomia tecnológica brasileira. A programação refletiu a complexidade da cadeia produtiva e a necessidade de uma abordagem integrada. Entre os temas discutidos estiveram o cenário global e suas implicações para o Brasil, os principais atores e prioridades nacionais, além da construção de um novo roadmap estratégico para o período 2026–2040. Também foram abordadas etapas críticas da cadeia, como mineração, concentração, refino – incluindo a separação de óxidos por extração por solvente – e o desenvolvimento de aplicações industriais.

Especialistas convidados apresentaram direcionadores estratégicos para diferentes segmentos, como a produção de ímãs permanentes, catalisadores, ligas metálicas, fósforos e materiais para polimento e fabricação de vidros e lentes especiais. A agenda incluiu ainda discussões sobre economia circular e sustentabilidade, refletindo a crescente preocupação com o uso responsável desses recursos. A condução dos debates envolveu nomes como Fátima Ludovico, Fernando Landgraf, Fernando Lins, Mariele Bonfante, Juliano Engerroff e Wagner Macedo, entre outros especialistas com atuação reconhecida no tema.

Para o diretor-presidente do CGEE, a diversidade de participantes evidencia o esforço do Centro em articular competências científicas e institucionais para enfrentar um desafio que é, ao mesmo tempo, tecnológico, industrial e estratégico. “Esse esforço de articulação não é pontual. Ele se insere na missão histórica do CGEE de conectar produção científica, análise estratégica e tomada de decisão pública. Ao reunir pesquisadores, centros de pesquisa e atores institucionais, o Centro contribui para consolidar uma base de evidências capaz de orientar políticas públicas mais robustas e coordenadas. Entregaremos os resultados à ministra Luciana Santos [MCTI] e ao presidente Lula”, afirmou Anderson Gomes.

A Academia Brasileira de Ciências (ABC) publicou nota técnica em dezembro de 2025, onde destacou que o Brasil detém cerca de 23% das reservas globais de terras raras, mas ainda não domina etapas de maior valor agregado, como refino, metalurgia e fabricação de ímãs permanentes. O documento aponta, ainda, a persistência de lacunas já identificadas em estudos anteriores do próprio CGEE, especialmente no que diz respeito à ausência de infraestrutura para escalonamento industrial. “Nesse cenário, a atualização do estudo prospectivo ganha importância estratégica. Ao revisar cenários, identificar gargalos e propor direcionadores, o trabalho contribui para alinhar políticas mineral, industrial, energética e de defesa, em um contexto de crescente disputa global por recursos críticos”, finalizou Gomes. A proposta do CGEE sinaliza um movimento de continuidade e aprofundamento de uma agenda de Estado, reforçando seu papel como espaço de construção coletiva de estratégias para o desenvolvimento nacional em ciência, tecnologia e inovação. O estudo ‘Usos e aplicações de terras raras no Brasil : 2012-2030 pode ser acessado clicando aqui.

Pixel Brasil 61

Rede Povo 28 de abril de 2026
Compartilhe este artigo
Facebook Twitter Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Print
Artigo anterior Eleições 2026: Lula tem empate técnico com Flávio, Zema e Caiado no 2º turno, aponta Nexus Eleições 2026: Lula tem empate técnico com Flávio, Zema e Caiado no 2º turno, aponta Nexus
Próximo artigo ApexBrasil lança jornada para levar artesanato brasileiro ao mercado global ApexBrasil lança jornada para levar artesanato brasileiro ao mercado global

– Publicidade –

Últimas

Dólar fecha o último pregão aos R$ 5,09, após queda de 0,43%
Dólar fecha o último pregão aos R$ 5,09, após queda de 0,43%
Ibovespa fechou o último pregão com queda de 0,17% (hoje)
Ibovespa fechou o último pregão com queda de 0,17% (hoje)
Lotofácil: Concurso 3740 Sem Vencedores, Prêmio Estimado para 3741 Chega a R$ 15 Milhões (21/07/2026)
Lotofácil: Concurso 3740 Sem Vencedores, Prêmio Estimado para 3741 Chega a R$ 15 Milhões (21/07/2026)
O TEMPO E A TEMPERATURA: Frente fria mantém instabilidade no Rio Grande do Sul e céu encoberto em parte da Região Sul nesta terça-feira (21)
O TEMPO E A TEMPERATURA: Frente fria mantém instabilidade no Rio Grande do Sul e céu encoberto em parte da Região Sul nesta terça-feira (21)
Tempo estável na Região Centro-Oeste nesta terça-feira (21)
Tempo estável na Região Centro-Oeste nesta terça-feira (21)

– Publicidade –

Mais Lidas

Risco de hospitalização de diabéticos com dengue é de 63% contra 38% entre os demais pacientes
Enem: quem perdeu prova tem até 23h59 de hoje para pedir reaplicação
MIDR autoriza o repasse de R,8 milhões para ações de defesa civil em 19 cidades afetadas por desastres
MIDR autoriza o repasse de R$5,8 milhões para ações de defesa civil em 19 cidades afetadas por desastres
Principais empreendimentos imobiliários de 2017 destacam inovação e sustentabilidade
Principais empreendimentos imobiliários de 2017 destacam inovação e sustentabilidade
Dólar fecha o último pregão aos R$ 5,09, após queda de 0,43%
Dólar fecha o último pregão aos R$ 5,09, após queda de 0,43%

Rede Povo © 2022 - Notícias do Brasil e do Mundo- Todos os direitos reservados

Removido da lista de leitura

Desfazer
Bem vindo de volta!

Entre na sua conta

Perdeu sua senha?