Desenvolvimento econômico e inclusão social no Centro-Oeste
Os recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) mais que dobraram desde a recriação da Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco) em 2011. As aplicações saltaram de R$ 6 bilhões para R$ 14,6 bilhões em 2026, consolidando a política de crédito promovida pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) como instrumento de crescimento econômico e enfrentamento das desigualdades sociais na região.
Segundo o secretário Nacional de Fundos e Instrumentos Financeiros do MIDR, Eduardo Tavares, os principais marcos da evolução econômico-social no Centro-Oeste aconteceram a partir de 2023, com a criação de novas linhas de financiamento voltadas para a inclusão social e o fortalecimento da governança na Sudeco. “É a primeira superintendência que está conseguindo romper a barreira de desigualdade entre as regiões prioritárias das regiões mais desenvolvidas no Brasil”, ressaltou o secretário.
Para promover um desenvolvimento mais igualitário e sustentável, a atual gestão do MIDR implementou uma série de soluções de financiamento ao setor produtivo e, mais especificamente, destinados aos micro, pequenos e mini empreendedores urbanos e rurais, que têm condições facilitadas. Tavares citou a estruturação da operação do Microcrédito Produtivo Orientado (MPO), também chamado Microcrédito Pertinho da Gente, destinado aos agricultores familiares.
A superintendente da Sudeco, Luciana Barros, destacou que a implementação de linhas de financiamento, como FCO Mulheres Empreendedoras, FCO Pantanal e Cerrado, FCO Armazenagem, FCO Quilombo, FCO Jovens Empreendedores e FCO Turismo Agroecológico, demonstra a capacidade do fundo de se modernizar. “Não se faz política pública sem instrumentos de financiamento”, observou a superintendente.
A gerente geral da Unidade de Estratégia Governo do Banco do Brasil, Michele Alencar, citou o impacto do FCO Mulheres Empreendedoras, que apesar de ter sido criado em 2023, já possibilitou a contratação de R$ 5 bilhões. “Estamos falando de uma linha que tem dois anos e meio, mais ou menos, ativa. Recurso que está indo na mão de empreendedoras femininas e que faz a diferença viabilizando novos empregos e a geração de renda”, pontuou a gerente.
Como uma das principais operadoras dos recursos do FDCO, a Caixa Econômica Federal reforçou a relevância desse instrumento, que registrou um investimento de R$ 3 bilhões entre 2014 e 2025, impulsionando mais de R$ 15 bilhões em novos investimentos na região Centro-Oeste. O superintendente de Rede da Caixa, Danilo Tangerino, destacou a consolidação dessa parceria histórica e o fortalecimento do diálogo com o setor empresarial.
Impactos positivos na região
Os recursos do FCO têm impactado positivamente na região, com a criação de novos empregos e a geração de renda. A implementação de linhas de financiamento específicas, como o Microcrédito Produtivo Orientado (MPO), tem ajudado a promover a inclusão social e o desenvolvimento econômico na região.
Ainda segundo o secretário Nacional de Fundos e Instrumentos Financeiros do MIDR, Eduardo Tavares, os recursos do FCO têm sido fundamentais para a implementação de projetos de desenvolvimento na região. “Os recursos do FCO têm sido fundamentais para a implementação de projetos de desenvolvimento na região, como a criação de novas empresas e a expansão de empresas existentes”, ressaltou o secretário.
Conclusão
Em resumo, os recursos do FCO têm sido fundamentais para a implementação de projetos de desenvolvimento na região Centro-Oeste. A política de crédito promovida pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) tem sido um sucesso, com a criação de novos empregos e a geração de renda. A implementação de linhas de financiamento específicas, como o Microcrédito Produtivo Orientado (MPO), tem ajudado a promover a inclusão social e o desenvolvimento econômico na região.
