Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
Aceitar
Rede Povo de NotíciasRede Povo de Notícias
  • Mundo
    • Cotidiano
    • Educação
  • Entretenimento
    • Pessoas
    • Música
    • Música
    • Séries
    • Cinema
    • Cultura
    • Televisão
    • Gastronomia
    • Moda
    • Internet
    • Agenda
  • Esportes
  • Economia
  • Política
  • Saúde
  • Tecnologia
  • Artigos
Lendo: Energia renovável: o paradoxo da sobra de energia limpa no país
Compartilhar
A|a
A|a
Rede Povo de NotíciasRede Povo de Notícias
  • Mundo
    • Cotidiano
  • Política
  • Saúde
  • Tecnologia
  • Esportes
  • Entretenimento
    • Agenda
    • Cinema
    • Cultura
    • Gastronomia
    • Internet
    • Moda
    • Música
    • Música
    • Pessoas
    • Séries
    • Televisão
  • Artigos
  • Economia
  • Educação
  • Fale conosco
  • Política de Privacidade
  • Expediente
Siga-nos
Economia

Energia renovável: o paradoxo da sobra de energia limpa no país

Last updated: 2024/03/07 at 5:13 PM
Rede Povo Published 7 de março de 2024
Compartilhar
COMPARTILHAR

Mais de 83% da energia produzida no Brasil é renovável e têm a água, o vento e o sol como matrizes, segundo o Ministério de Minas e Energia. Tanta oferta de recursos naturais acabou fazendo com que a abundância se tornasse um problema, quem explica é o professor de engenharia elétrica e ex-reitor da Universidade de Brasília, Ivan Camargo.

Índice
Luz e energia em excesso de dia, sombra e escassez à noiteSubsídios e a sobra de energia

“Uma particularidade do setor elétrico é que você nunca produz mais do que você consome. O consumo e a geração tem que ser igual o tempo todo. Isso é o básico do setor elétrico. Então, quando está sobrando energia, quando você tem uma capacidade de produção maior do que a carga, aí temos que jogar a energia fora.”

Sim, jogar fora. É que acontece com o excesso de energia, controlado pelo Operador Nacional do Sistema (ONS) no Brasil. Isso vale tanto para as usinas hidrelétricas — que deixam o sistema “verter” e o fluxo de água deixa de ser usado para gerar energia — quanto para as fontes solares e eólicas.

Luz e energia em excesso de dia, sombra e escassez à noite

Projeções do ONS mostram que em 2027, o Brasil vai produzir mais que o dobro de energia do que a capacidade de consumo. Enquanto a demanda prevista deve ser de 110 GW, a produção deverá ultrapassar 281 GW. Apesar disso, atualmente, mesmo com tanta oferta de energia limpa, o ONS precisa acionar usinas termelétricas em momentos de pico de consumo.

É que o excesso de energia só acontece à luz do dia — por conta da geração de energia solar — e quando o sol cai, essa produção também diminui. “Então, se eu desligo essa grande quantidade de energia solar, eu preciso ter outras fontes para substituir a energia solar, que desliga às seis da tarde com o pôr do sol. E aí entram hidrelétricas e térmicas para que a geração e a carga continuem iguais.” Explica o professor Ivan Camargo que acrescenta ainda que o preço da geração é o mesmo, independentemente do consumo e quem acaba pagando a conta dessa “sobra” é o consumidor.

Diferentemente da solar e eólica, a energia que vem das usinas hidrelétricas e termelétricas podem gerar de forma flexível, dessa forma o ONS pode acionar essas usinas quando perceber que precisa de mais geração para suprir a demanda, funcionando como uma “reserva” para o sistema.

Subsídios e a sobra de energia

Foi pensando em economizar na conta de energia de casa, do sítio e da loja, que o comerciante de Juiz de Fora, Minas Gerais, Cleverson Garcia fez um empréstimo de R$ 26 mil há um ano e meio e instalou um sistema de energia solar para abastecer suas propriedades. Viu a conta de luz despencar e como produz mais do que gasta, ainda está com um crédito na companhia de energia do estado.

“Em um ano e meio o que eu produzi de energia abateu das minhas contas e eu tenho mais de 3 mil kw hoje para usar e cinco anos para usar essa energia,” comemora o comerciante.

Segundo ele, os subsídios dados pelo governo ao setor fazem com que o sistema valha ainda mais a pena. “Hoje a única taxa que eu pago é a taxa de transmissão de R$ 86.”

Para incentivar algumas fontes de energia — como eólica e solar — o governo oferece subsídios, que são descontos nas tarifas de uso dos fios para distribuição e transmissão, concedidas às usinas. Mas esses subsídios tem um custo, que acaba sendo pago pelos consumidores, inclusive os residenciais.

Fonte: Brasil61

Rede Povo 7 de março de 2024
Compartilhe este artigo
Facebook Twitter Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Print
Artigo anterior Paraná amplia vacinação contra a dengue para faixa de 12 a 14 anos
Próximo artigo Cesta básica sobe em 14 capitais brasileiras em fevereiro
Deixe um comentário Deixe um comentário

Deixe um comentário

Você precisa fazer o login para publicar um comentário.

– Publicidade –

Últimas

Programação gratuita em Belém: Centro Cultural Banco da Amazônia oferece atrações para toda a família durante férias escolares (julho)
Programação gratuita em Belém: Centro Cultural Banco da Amazônia oferece atrações para toda a família durante férias escolares (julho)
INMET Emite Alerta Fitossanitário para Lavouras de Trigo na Região Sul do Brasil (segunda-feira, 10)
INMET Emite Alerta Fitossanitário para Lavouras de Trigo na Região Sul do Brasil (segunda-feira, 10)
ANTT Atualiza Pisos Mínimos de Frete para Transporte Rodoviário de Cargas
ANTT Atualiza Pisos Mínimos de Frete para Transporte Rodoviário de Cargas
Dívidas de PMEs: Serasa Experian aponta parcela pequena com volume expressivo de débitos (até 10/07)
Dívidas de PMEs: Serasa Experian aponta parcela pequena com volume expressivo de débitos (até 10/07)
Brasileiros reconhecem sinais do câncer colorretal, mas ainda demoram a buscar diagnóstico
Brasileiros reconhecem sinais do câncer colorretal, mas ainda demoram a buscar diagnóstico

– Publicidade –

Mais Lidas

Risco de hospitalização de diabéticos com dengue é de 63% contra 38% entre os demais pacientes
Enem: quem perdeu prova tem até 23h59 de hoje para pedir reaplicação
MIDR autoriza o repasse de R,8 milhões para ações de defesa civil em 19 cidades afetadas por desastres
MIDR autoriza o repasse de R$5,8 milhões para ações de defesa civil em 19 cidades afetadas por desastres
Principais empreendimentos imobiliários de 2017 destacam inovação e sustentabilidade
Principais empreendimentos imobiliários de 2017 destacam inovação e sustentabilidade
Programação gratuita em Belém: Centro Cultural Banco da Amazônia oferece atrações para toda a família durante férias escolares (julho)
Programação gratuita em Belém: Centro Cultural Banco da Amazônia oferece atrações para toda a família durante férias escolares (julho)

Rede Povo © 2022 - Notícias do Brasil e do Mundo- Todos os direitos reservados

Removido da lista de leitura

Desfazer
Bem vindo de volta!

Entre na sua conta

Perdeu sua senha?